
Se um sol toca uma parede
E com ele traz os forasteiros
Quem vêem do leste
Deslocando para longe do rio
Dos pés vermelhos
De terra
E das mãos machucadas
Surge o orgulho
De ser
Rostos nus buscando serem livres
Faz me viver
E perceber o meu próprio lugar
Se um sol toca rostos tristes
Porque não tocaria o meu
Se uma criança na porta espera o retorno do pai
Eu também posso crer
E esperar que isso pode mudar