quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Não me acorrenta mais

Não me acorrenta mais
Por que nunca mais voltarei a tocar suas mãos
Porque quando as toco perco meus sentidos e transformo-me em uma criança e corro para seus braços
Para que você envolva me e acorrenta-me neles, prendendo-me e livrando-me
Venha estenda-me a mão e salva-me dos meus riscos
Continuo acreditando que um alguém sairá do meio da neblina para estende-me a mão
para salda-me
Salva-me da minha própria escuridão que atormenta o meu peito e invade a minha alma

Eduardo Zidu de Oliveira




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