segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Veja Luz - Restaurando o Viver



Dificuldades encontrei, muitas barreiras superei.
Dificuldades encontrei, não sou perfeito, sei que errei
Não dá pra mudar uma história que já começou
Mas podemos começar uma nova

Uma que não venha trazer nem sofrimento e dor
Mas uma que nos encha de honra e glória
Nos mostrando quem nós somos de verdade
Libertando presos inocentes de traz das grades
Ensinando crianças só o bem sem maldade

Rastafári cabeça, sem medo e com coragem.
Dificuldades encontrei, muitas barreiras superei.
Dificuldades encontrei, não sou perfeito, sei que errei

Acreditar na vida, sem desistir da briga.
Agradece os tempos de provação
Acreditar na vida, sem desistir da briga.
Agradece os tempos de provação
Então por que acreditar nesse teatro de ilusão

Pra aquele que não enxergar a saída,
não vê que é sua a decisão.
Ainda assim de cabeça erguida hoje vou,
levando a esperança que estou.
Pedras no caminho não irão me desviar,
sei que posso superar a vida é uma lição.
Pedras no caminho não irão me desviar,
sei que posso superar a vida é uma lição.
E hoje eu aprendi que para se esperar
o que há de vir é preciso ter fé
E pensar bem qual caminho seguir

Confie na força do amor, mostre a todos, pois tu tens valor.
Meus princípios formam que eu sou,
sou um homem que não se entregou.
Aonde houver vida a esperança estará,
carregue isso contigo em qualquer lugar.
Encontra a paz que própria o conduz,
escolha o caminho certo e veja luz. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sonho De Princesa

Essa noite tive um sonho
Sonhei com uma princesa
Uma princesa diferente
Uma princesa que não morava em um castelo gigante nem numa torre muito alta
Não ficava esperando pelo príncipe encantado vim busca-la
Ela só queria conhecer o mundo, queria acreditar que a musica que ouvia na radio era para ela
Se afastava das outras princesas porque eram delicadas demais
Colocava seus rock no volume máximo e subia no alto da montanha mais alta onde podia até tocar as nuvens que passavam mais baixas
Imaginava que estivesse voando para lugares bem distantes atravessava da Índia até o Japão em um único instante
Então ela olhou para mim estendeu a mão e falou que estava de partida e que iria leva-me com ela para onde ela fosse.
Acordei e vi que a princesa realmente existia e que partiu para bem longe não era um sonho era real

Eduardo Zidu de Oliveira 05/08/2012

sábado, 10 de março de 2012

Á Espera




E ali parado no portão aberto que dividia a calçada e a área da casa dela, ele disse que voltaria só no dia seguinte e acrescentou que agora iria se arrumar para sair. Então ela encarou-o com mais intensidade que de costume e lhe pediu que viesse despedir-se dela. – Isso porque teve medo de sentir saudade depois. E isso a preocupava, pois sabia que sentiria.
Ele respondeu prontamente que viria despedir-se sim quando estivesse indo. E aí enquanto ele se virava para tomar o caminho da rua, ela fechou o portão e com a testa e as mãos grudadas na grade, a imagem dele caminhando foi se refletindo em seus olhos amuados.
Quando ela viu que ele entrou na casa dele, sentou-se no chão, afundando os cotovelos nos joelhos e apoiando o queixo nos punhos cerrados. Não tirava os olhos daquela casa para não perder a hora que ele passasse pelo portão. Ficaria quase um dia sem vê-lo e doía-lhe ter que se despedir por uma noite. Mas, ela ansiava por esse momento porque se derreteria no último abraço dele do dia e teria em que pensar a noite toda e sorriria ao se lembrar do deleite só existente por causa daquele abraço. Seria assim até que pegasse no sono. Então agora lhe vinha um desespero: Não sabia se sua luta era contra a ansiedade de abraçá-lo logo ou se era contra a tristeza angustiosa de ter que se despedir dele. Talvez fosse com ambas.
Nisso, eis que ele aparece, abrindo, saindo e fechando o portão. No mesmo momento, num átimo ela sentiu seu coração apertar. Era a saudade já dando início ao seu massacre, como ela sabia que aconteceria. Mas seus olhos se arregalaram à medida que o aperto ficou maior ainda quando ela viu que ele dobrou a esquina. Começou a se sentir frágil e as lágrimas fizeram rapidinho o serviço de inundar seus olhos com aquela angústia que lhe escapulia do peito. Chorou com vontade. Um choro inocente, sentido. Ele se esquecera de vim se despedir dela, e a dor de ter visto a prova disso a amarrotava por dentro, colocando-a numa guerra contra si mesma. Ele disse que viria e ela se perguntava por que ele fizera o contrário. Não sabia a resposta. O fato é que fora esquecida. Não sentia fúria por isso... Mas sentia-se uma garota de amor recíproco solitário.
Não se sabe como ela conseguiu levantar-se e se equilibrar sobre as pernas sem forças. Mas ela se levantou e foi deitar-se em sua cama, dentro de casa. E de repente, surgiu aquela vontade de se aquietar. De pôr-se num colo que ninguém dava, a não ser o seu silêncio consigo mesma, que a acalmava aos poucos.
Adormeceu em poucos minutos. Preferia dormir com a sensação de deleite do abraço que não recebera. Mas para ela, ter um bom sono também era questão de tolerância. E ela tolerava tudo, enquanto se aquietava. Que bom que dormira. O amanhã chegaria junto com seu despertar. Então ele já teria chegado, daria sua desculpa da vez ou não, e tudo ficaria bem, de qualquer forma. Sua presença era agradável demais e ela o amava muito para não desculpá-lo. E também, amanhã ela ainda não teria desistido do abraço – que seria ainda melhor, por ser de chegada e não de despedida.
E quem sabe ele não se despedira de propósito, só para que a volta fosse mais desejada e feliz

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ideograma "Uma ideia em pequenas gramas"

" Uma ideia em pequenas gramas
pinto minha casa de vermelho para esconder as manchas
sai do emprego porque jurei lealdade a quem não merece
não sei dizer um não nem escrever com minhas próprias mãos
leio o jornal da semana passada
para já saber a noticia mais exacta. "