segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A biblia de Sebastian Shane 016: Meu nome é Mya qual é a sua história 2

"Eu não posso te proteger sem possuir uma espada. Eu não posso te abraçar, segurando uma espada. " Sado
 (…)

-Me desculpe você se lembra de mim?
-não, porque deveria

- Na praia no outro dia eu salvei-te do mar depois passamos a noite na areia e você foi embora no dia seguinte sem se despedi
- Então era mesmo você que eu estava a espera
Após muito tempo de conversa ele lembrou de mim, levantou-se e caminho ate o quarto e disse


 - Você fica nesse quarto pode arrumar as suas coisas que daqui a pouco vou sair para comer algo e você se quiser pode vir
Terminou de falar e ficou de pé encostado na porta. Abri as cortinas cheias de pó aparentava que já não as abriam a muito tempo pousei as minhas malas em cima da cama e comecei a retira o pó que havia no quarto, ele ficou parado na porta por um tempo sem dizer nada
- Você se veste estranho para arrumar o quarto, sabia que já faz muito tempo que eu não entrava aqui
- Vi que há mais um quarto você dorme nele
- Não
- Então você dorme aonde
- Na sala o quarto ao lado era de meu avô, é a ultima lembrança dele
- E porque domes nas sala e não usava este quarto
- Durmo na sala porque fico mais perto da janela por onde o mar entra e dá-me uma melhor vista
- Mas no inverno é muito frio
- Eu já me acostumei, enfim você terminou de arrumar suas malas
- Sim, desculpa mais ainda não sabe o seu nome ainda, o meu é…
- Já disse que não precisa dizer, os nomes a mim não importam pois se focemos para saber já os saberíamos os de todas as pessoa
- Tudo bem de qualquer forma o meu é Mya é como todos me chamam-me
- Eu já sabia mas tudo bem como queira vamos então Mya
Déssemos as escadas que dava aceso rua o sol já estava se preparando para ir dormir, caminhamos na beira do rio nas calçadas ate chegar-mos numa rua estreita e muito mau iluminada havia uma pequena porta e ao lado alguns caixotes de lixo, durante todo o caminho desde a casa até aqui ele não disse nada, isso fazia com que eu me prende-se nele entramos era um bar daqueles dos filmes escuros com pouca iluminação as fumaças dos cigarros cobriam todo o lugar, com mesas de snooker um daqueles bares normais da Inglaterra.
- Espera aqui que eu já volto, espere no balcão
A a tendente aproximou-se de mim
- Boa noite vi querer algo para comer ou beber
- Ainda não, vou espera por ele
- Por quem, pelo Shane, acho que ele vai demora
- Então esse é o nome dele
- Sim você não sabia
- Não
- Típico dele. Estranho você é primeira pessoa que ele trás aqui depois de muito tempo, você é quem corria todo dia na beira do rio
- Não eu cheguei ontem a noite
- Você deve ser algum parente dele
- De quem do Shane, não eu o conheci ontem na praia e passamos a noite lá
- Mas você não o conhecia, que sorte muitas das mulheres que aqui estão hoje dariam tudo para poder passar uma noite que seja com ele
- Você o conhece tão bem assim, você deve ser irmã dele ou uma espécie de parente?
- Não. Conheci-o quando ele chegou aqui a um oito anos trás acho eu
- Você pode me conta como foi
- Sim
- Mas sirva-me um suco antes por favor


(…)

autor: Eduardo Zidu de Oliveira

Nenhum comentário:

Postar um comentário