Meus dedos deslizam rápido sob o teclado molhado. A chuva apenas me dá uma falsa sensação de que aqui não há mais por ti sentimento algum. Afoga um terreno banhado de lágrimas. Como são tolas as ilusões! Prefiro antes as desilusões, que são mais viscerais, e, talvez, por isso, mais reais também.
E de tudo o que ficou, quem me fará esquecer essas feições tão de ti em mim? Este meu jeito de olhar o vazio, como se nele coubesse todas as minhas dúvidas. Havia muitas, e, disso tu bem sabes. Mas, também havia uma certeza única, irrevogável, que me fazia acreditar ser possível amar, e, ser amado, sem que as dores de um pseudo “faz de conta” pudessem me abalar. E esta certeza, eu conseguia colher de todos os teus sentidos, aqui, comigo, e, que talvez por isso, eu ainda consiga ter o que escrever.
E, eu fico por cá pensando se ainda haveríamos de ter um final feliz desta vez.
Sento, e, escrevo
Quantas pessoas existem no mundo? Isso seria uma resposta que ninguém gostaria de dar. Cada uma delas a viver suas vidas e nenhuma delas se preocupa com o que acontece com as outras que ficam longe de onde seus olhos enxergam eu pensava exactamente assim mais algo aconteceu comigo nesses últimos 3 meses e não sabia oque isso influenciaria nas pessoas que meus olhos não enxergam. Cada um em sua vida mais foram ligadas por apenas um sentimento o desejo o de encontra uma forma de ser feliz
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