Olhando a torneira que pinga a noite inteira, a pia que enche e a água que derrama no chão que molha, quantos pingos são.
Na rua escura a uma luz no poste iluminando os pingos que também Caém nas causadas molhando os meios fios escorrendo para os boeiros, creio que ninguém nota creio que não reparam poderia ser as lágrimas de alguém que sofre em silêncio que não iriam vê nem repararem
Eduardo Zidu de Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário